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02-09-2010 - Carta de Solidariedade
Pela presente carta aberta presto minha solidariedade a confreira Alcilene Cavalcante, que tem sido vítima de ataques inescrupulosos e pusilânimes de um certo político amapaense, a quem sequer podemos nos referir, sob pena de sermos vítimas de processos, como foi ela.
Considero que a legislação eleitoral em voga, conforme também entendimento de juristas renomados, é uma afronta às liberdades, à democracia e, principalmente, à Constituição Federal, incluive o Art, V, que diz ser "livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença".
O nosso alento é que cabe a nós, neste momento, determinar os rumos da política amapaense, através do instrumento mais poderoso que temos: o voto. Por isso, já decidi. Nele eu não voto!
(Renivaldo Costa)
Nota do site
Se depender de nós, este primata de sandálias jamais se elegerá!
Pedido de retificação
A Coordenação da Campanha Majoritária da Frente Popular pediu oficialmente à Revista Veja e ao Jornal O Estado de São Paulo a correção da matéria veiculada em seus sites, de autoria da jornalista Alcinéa Cavalcante, sobre os percentuais da última pesquisa do IBOPE no Amapá. Na matéria um erro apontava o índice de intenção de voto do candidato ao Senado, João Capiberibe, como 28%, quando o valor real apurado é de 30%. A jornalista foi comunicada do fato por e-mail.
Concertos de Verão
Confraria Tucuju realiza nesta sexta-feira (3) o Concertos de Verão no Largo dos Inocentes atras da igreja matriz de São José de Macapá. Quem se apresenta é o grupo Essency com o show instrumental Essências a partir das 20:00h.
01-09-2010 - Ditadura Escolar
Funcionários, técnicos, alunos e principalmente professores da Escola Estadual Castelo Branco estão vivendo dias de um verdadeiro “terrorismo psicológico” praticado pela diretora da escola, a senhora Nazaré Góes, que a mais de três anos ocupa o cargo de gestora com mão de ferro. Ela só chama a atenção das pessoas aos gritos, com grosseria e de forma arrogante publicamente pelos corredores da escola e até nas reuniões de trabalho, como aconteceu dias atras quando tentou arrancar o microfone das mãos de um representante da SEED em uma reunião que apresentava algumas sugestões para melhorar as condições da secretaria escolar.
No último final de semana ela chegou até proibir e a expulsar professores da escola por causa de divergências sobre horários de uma programação na quadra, determinando que professores de um turno não participasse e acompanhasse as atividades de um outro turno.
Existem casos de funcionários que já sofreram até graves conseqüências de saúde, ao ponto de serem internados depois de discussões e ofensas por parte da diretora, que não mede conseqüências de seus atos e mostra total despreparado para conduzir uma escola com mais 100 funcionários e mais de 1.500 alunos.
Os desrespeitos são muitos, as confusões são constantes e por qualquer motivo a diretora ameaça devolver servidores, grita com os alunos nos corredores e só se preocupa com a parte administrativa da escola pra se mostrar, esquecendo completamente a qualidade do ensino, mesmo com a Escola Castelo tendo um dos melhores quadro de professores e funcionários dedicados, muitos com muitos anos trabalhando na escola e que agora estão sendo desvalorizados pela direção e considerados já muito velhos para trabalhar e até parentes da própria diretora já sentiram na pele as atitudes precipitadas e o desequilíbrio emocional dela.
Professores que não agüentaram tanta ignorância d diretora pediram pra sair da escola. Estes e outros casos já chegaram ao conhecimento da SEED e de outras autoridades da educação mas ninguém fez nada até agora talvez por causa do sobrenome da diretora ditadora. Todas as pessoas que trabalham na Escola Castelo Branco querem uma solução urgente mesmo sem poder se identificar por ter medo de represálias igual as que já aconteceram com quem reclama as ignorâncias da diretora. Pelo bem da educação é preciso fazer alguma coisa, mudar a diretora da Escola Castelo Branco.
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